
Há dias em que o melhor é esquecer tudo, ou melhor, quase tudo. Não estou a falar do Guilherme, porque as coisas entre nós estão extremamente bem. [Amo-te tanto... Nunca mais vamos viver juntos... AMO-TE GUILHERME]
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Sinto-me tão estranhamente diferente... O Jorge já era aos anos. É-me completamente indiferente. Mas independentemente de tudo, sinto-me mais... "adulta", mais independente. [Ó sim, daqui a pouco só falta ter uma casa, e um carro. É que só falta mesmo!]
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